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No início do século vinte, o bem-estar materno e infantil evoluiu de uma responsabilidade familiar privada para uma questão de política nacional. As mulheres desempenharam um papel central nesse desenvolvimento. Em Trabalho Materno, Molly Ladd-Taylor explora tanto os aspectos privados quanto públicos da criação de filhos, usando a relação direta entre eles para lançar nova luz sobre as histórias da maternidade, do estado de bem-estar e do ativismo feminino nos Estados Unidos. O trabalho materno, definido como o trabalho não remunerado das mulheres na reprodução e no cuidado, foi a motivação por trás do ativismo público das mulheres e da ideologia maternalista. Ladd-Taylor enfatiza a conexão entre o trabalho materno e a política de bem-estar social ao mostrar que suas experiências de maternagem levaram as mulheres a se tornarem ativas no desenvolvimento de serviços de saúde pública, educação e bem-estar. Por sua vez, o advento desses serviços alterou as experiências de maternagem de várias maneiras, incluindo a redução da taxa de mortalidade infantil. Ao examinar o ativismo feminino em organizações como o Congresso Nacional de Mães e Associações de Pais e Mestres, o Escritório Infantil dos EUA e o Partido Nacional da Mulher, Ladd-Taylor dissipa a noção de trabalho materno como um termo contraditório e esclarece o papel das mulheres no desenvolvimento do sistema econômico americano.
Skocpol et al. (Sex,) estudaram essa questão.