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Este artigo apresenta os resultados de um estudo empírico sobre as características distintivas das corporações manufatureiras dos Estados Unidos com subsidiárias no exterior. Minhas conclusões são baseadas em dois conjuntos de dados: o primeiro abrange 1191 corporações manufatureiras, 576 das quais possuíam uma participação majoritária em uma subsidiária canadense em 1967. Meu segundo conjunto de dados, um subconjunto do primeiro, cobre as 500 maiores corporações industriais da Fortune, 187 das quais se qualificaram para a designação da Harvard Business School. Espero tirar algumas inferências básicas sobre o processo de investimento direto comparando as características das empresas que investem no Canadá com aquelas que não o fazem, das que são multinacionais com aquelas que não são, e aquelas que são multinacionais com aquelas que investem no Canadá, se não em, seis outros países. Para colocar a contribuição deste artigo em uma perspectiva histórica adequada, deixe-me comentar brevemente sobre a literatura existente sobre por que as empresas investem no exterior. Pesquisas anteriores tendem a se encaixar em uma das duas categorias: estudos sobre as características das indústrias nas quais o investimento estrangeiro é comparativamente elevado, ou estudos sobre as características das empresas individuais que investem no exterior. Os estudos industriais são muito mais comuns (devido, suspeita-se, ao acesso mais fácil a dados da indústria) e foram amplamente revisados em um artigo recente de Richard Caves. Suas conclusões, em resumo, foram:
Thomas Horst (Terça) estudou essa questão.