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Neste artigo conceitual, argumentamos sobre a importância para a profissão de coaching de uma compreensão crítica do coaching como um processo social, a fim de promover o coaching como um facilitador de mudanças e facilitar seu uso em outras culturas e contextos desafiadores. Começamos com uma análise crítica da origem do coaching, argumentando que os valores neoliberais foram incorporados ao discurso do coaching. Também discutimos o impacto do coaching como um dispositivo instrumental e ideológico, às vezes usado em organizações como um processo de controle, e sugerimos que entender o coaching como um processo social tem o potencial de transformá-lo em um facilitador de mudanças. Propomos uma estrutura para entender como diferentes posições filosóficas afetam a maneira como os coaches podem responder aos desafios de contextos sociais interculturais ou opressivos. Concluímos com uma discussão das implicações para a pesquisa e desenvolvimento do coaching.
Shoukry et al. (Quarta,) estudaram esta questão.
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