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Este estudo acompanha jovens intelectualmente precoces (top 1%) ao longo de 20 anos. Fase 1 (N 1.243 meninos, 732 meninas) examina a importância das diferenças de habilidade aos 13 anos dentro do top 1% para prever doutorados, renda, patentes e tenure em universidades dos EUA classificadas entre as 50 melhores. Fase 2 (N 323 homens, 188 mulheres) avalia a robustez das funções discriminantes desenvolvidas anteriormente, com base em avaliações de habilidades e preferências aos 13 anos, calibradas com critérios educacionais aos 23 anos, mas estendidas aqui para prever a membresia em grupos ocupacionais aos 33 anos. Resultados positivos em avaliações acima do nível com o Teste de Aptidão Escolar e inventários de preferência convencionais em ambientes educacionais se generalizam para ambientes ocupacionais. Manifestações precoces de habilidades prenunciam o surgimento de realizações excepcionais e criatividade no mundo do trabalho; quando combinadas com preferências, também preveem a natureza qualitativa dessas conquistas.
Wai et al. (Mon,) estudaram essa questão.