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Medidas contínuas e de amostragem de tempo do comportamento de um secretário em assento foram obtidas. O erro de medição, ou seja, a extensão em que as medidas amostrais se desviaram da medida contínua, foi uma função da frequência das medições amostrais e do critério utilizado para pontuar um exemplo do comportamento. Se o comportamento tivesse que ser exibido durante todo o intervalo de observação (amostragem de tempo de intervalo completo), houve uma subestimação consistente da medida contínua. Se o comportamento tivesse que ser exibido apenas brevemente dentro do intervalo de observação (amostragem de tempo de intervalo parcial), houve uma superestimação consistente da medida contínua. E, se o comportamento tivesse que ser exibido no final do intervalo de observação (amostragem de tempo momentânea), ocorreram superestimações e subestimações da medida contínua com a mesma frequência. Como esperado, quanto mais frequentemente as medidas amostrais eram feitas, mais próximo estava o acordo entre as medidas amostrais e contínuas. Duas conclusões sobre o erro de medição na amostragem de tempo de intervalo foram feitas. A primeira foi que o erro será uma função do tempo médio por resposta. A segunda é que esse erro não será consistente entre as condições experimentais.
Powell et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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