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A neurotecnologia é um campo fascinante e, ao mesmo tempo, controverso, pois um de seus objetivos é "conectar" diretamente os cérebros humanos às máquinas. De fato, devemos esperar encontrar sistemas híbridos de cérebro-máquina com mais frequência no futuro (veja, por exemplo, http://www.nature.com/nature/focus/brain/index.html). A neurotecnologia é definida como a assembléia de métodos e instrumentos que permitem uma conexão direta de componentes técnicos com o sistema nervoso. Esses componentes técnicos são eletrodos, computadores ou próteses inteligentes. Eles têm como objetivo registrar sinais do cérebro e "traduzir" esses sinais em comandos de controle técnico, ou manipular a atividade cerebral aplicando estímulos elétricos ou ópticos. Interações em loop fechado de sistemas de leitura e estimulação (circuitos de controle) também são objeto de pesquisa atual. A seguir, gostaríamos de oferecer algumas informações sobre o estado atual da pesquisa básica e aplicada, e possíveis aplicações clínicas resultantes dela. Também abordaremos algumas das questões éticas que surgem no contexto da neurotecnologia e descreveremos algumas pesquisas interdisciplinares em andamento sobre interfaces cérebro-máquina.
Müller et al. (Quat,) estudaram esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: