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Resumo Este artigo apresenta evidências empíricas ligando as flutuações recentes nas temperaturas regionais à formação aumentada de ozônio nas 50 maiores regiões metropolitanas do país. Os resultados de uma análise do clima regional e da formação de ozônio durante a década de 1990 indicam que as violações anuais do padrão nacional de ozônio estavam mais fortemente associadas às temperaturas regionais do que às emissões de precursores de ozônio regulados de fontes móveis e estacionárias. Com base nos resultados dessa análise, argumento que as estratégias de gestão da qualidade do ar delineadas na Lei do Ar Limpo podem ser insuficientes para controlar a formação de ozônio devido a mudanças globais e regionais em curso e não antecipadas. Além disso, argumento que a emergência do calor urbano como um “poluente” significativo do ar exige uma resposta estratégica do campo do planejamento urbano. O artigo conclui com uma discussão das ligações entre a forma urbana e a temperatura regional e descreve um conjunto de estratégias de design que se mostraram bem-sucedidas em mitigar a produção de calor urbano.
Brian Stone (Qui,) estudou essa questão.
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