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Este artigo relata a questão do viés em exames escolares, conforme afeta aprendizes de línguas que não são o inglês (LOTE) de diferentes contextos culturais. Métodos estatísticos para detectar viés de teste afirmam ser eticamente neutros, pois não fazem mais do que demonstrar se existem discrepâncias sistemáticas no desempenho em testes entre grupos. Eles deixam sem resposta a questão de se o critério adotado como referência para comparações entre grupos é justo. A determinação de se um teste, ou partes de um teste, são tendenciosos depende, em última análise, de como o construto do teste é definido (e de quem o define). O que pode parecer uma instância de viés ou distorção no processo de medição pode, em uma análise mais detalhada, se revelar uma indicação de diferenças reais na habilidade que o teste pretende medir. Esta questão é discutida com referência a um esquema introduzido no Estado de Victoria, na Austrália, para compensar aprendizes de línguas estrangeiras por alegado viés em favor daqueles com um histórico familiar na língua-alvo nos exames do Ano 12 do Certificado de Educação de Victoria (VCE) em LOTE.
Cathie Elder (Sab,) estudou esta questão.
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