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Objetivo O objetivo deste artigo é oferecer uma análise crítica do software de aquisição de talentos e seu potencial para promover a equidade no processo de contratação de profissionais de TI sub-representados. A sub-representação de mulheres, profissionais afro-americanos e latinx na força de trabalho de TI é um problema de longa data que contribui e é impactado por preconceitos algorítmicos. Design/metodologia/abordagem Fontes de preconceito algorítmico no software de aquisição de talentos são apresentadas. O pensamento de design feminista é apresentado como uma lente teórica para mitigar o preconceito algorítmico. Resultados Os dados são apenas uma ferramenta para os recrutadores usarem; a experiência humana ainda é necessária. Mesmo algoritmos bem-intencionados não são neutros e devem ser auditados quanto a decisões moral e legalmente inaceitáveis. O pensamento de design feminista fornece uma estrutura teórica para considerar a equidade nas decisões de contratação feitas por sistemas de aquisição de talentos e seus usuários. Implicações sociais Esta pesquisa implica que algoritmos podem servir para codificar preconceitos enraizados, tornando os ambientes de trabalho em TI tão homogêneos quanto atualmente. Se existe preconceito no software de aquisição de talentos, o potencial para propagar a inequidade e o dano é muito mais significativo e generalizado devido à homogeneidade dos especialistas que criam sistemas de inteligência artificial (IA). Originalidade/valor Este trabalho usa a equidade como um conceito central para considerar o preconceito algorítmico na aquisição de talentos. O pensamento de design feminista fornece uma estrutura para fomentar uma compreensão mais rica do que significa justiça e avaliar como o software de IA pode impactar populações marginalizadas.
Yarger et al. (Ter,) estudaram essa questão.