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Este artigo reúne estudos de ciência e tecnologia e teoria crítica da raça para examinar a proliferação e intensificação de abordagens carcerárias de governança da vida humana. Defende uma compreensão expansiva do "carcerário" que se estende bem além do domínio da polícia, para incluir formas de contenção que tornam a inovação possível nos contextos de saúde e medicina, educação e emprego, políticas de fronteira e realidades virtuais. Ao interrogar a relação entre inovação e contenção, insta os estudiosos a considerar quem e o que estão fixos no lugar––classificados, aprisionados e/ou coagidos––para possibilitar o desenvolvimento tecno-científico? Finalmente, propõe o cultivo de uma consciência abolicionista que promove a agência humana e a liberdade com e contra ciências e tecnologias.
Ruha Benjamin (Sex,) estudou essa questão.
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