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OBJETIVOS: Investigou-se a relação entre seguro de saúde e estado de saúde subjetivo. Hipotetizou-se que pessoas sem seguro de saúde teriam níveis mais baixos de estado de saúde subjetivo do que aquelas com seguro de saúde, e que essa relação se mantivesse tanto para pessoas pobres quanto para não pobres. MÉTODOS: Dados da Pesquisa Nacional de Despesas Médicas de 1987 foram analisados para examinar a relação entre seguro de saúde e estado de saúde autorrelatado. A análise controlou variáveis sociodemográficas, atitudinais e condições médicas. RESULTADOS: Pessoas sem seguro de saúde apresentaram níveis significativamente mais baixos de estado de saúde subjetivo do que aquelas com seguro. Esse efeito adverso persistiu após ajustes para os efeitos de idade, sexo, raça, renda, atitude em relação ao valor dos cuidados médicos e do seguro de saúde, e condições médicas. O efeito prejudicial da falta de seguro de saúde no estado de saúde subjetivo foi observado em pessoas de todos os níveis de renda e foi maior do que o efeito sobre o estado de saúde subjetivo encontrado para 2 das 11 condições médicas relatadas. CONCLUSÕES: A falta de seguro de saúde está associada a níveis clinicamente significativos mais baixos de estado de saúde subjetivo tanto em pessoas pobres quanto em não pobres.
Franks et al. (Qua,) estudaram essa questão.