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O framing, ao contrário de muitos conceitos de pesquisa mais esotéricos, ganhou uma popularidade notável tanto na literatura acadêmica quanto na imaginação pública. Assim como a ideia frequentemente associada de definição de agenda midiática, as pessoas entendem intuitivamente o que ela transmite, embora o framing sugira uma intencionalidade maior por parte do framador e se relacione de forma mais explícita à estratégia política. Como resultado, acadêmicos como George Lakoff e Geoffrey Nunberg ganharam visibilidade recente à medida que grupos políticos, particularmente liberais, tentam descobrir como perderam as "guerras de framing". Lakoff afirma que os conservadores adaptam ideias para se encaixarem em uma narrativa coerente; Nunberg diz que a narrativa é apenas retórica, proporcionando apenas a ilusão de coerência (Drum, 2006). Assim, mesmo entre linguistas, surgem diferenças sobre o que fazer com o framing como uma ideia teórica—diferenças que se tornam mais amplas quando ampliadas por outras disciplinas. A qualidade interdisciplinar do campo da comunicação significa uma diversidade natural de abordagens, levando alguns a pedir mais esforços para limpar o paradigma de framing, tornando-o mais respeitável e coerente teoricamente (por exemplo, Scheufele, 2004).
Stephen D. Reese (Qui,) estudou essa questão.
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