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Enquadrado como uma extensão da noção de ‘ética do cuidado’ de Noddings, o artigo apresenta um argumento sobre o ‘Amor Profissional’ tanto como um termo para compreender a relação pedagógica recíproca que se desenvolve em interações positivas entre cuidador principal, criança e pai, quanto como um componente normativo central do discurso educacional da primeira infância; o artigo fundamenta essa conceitualização do Amor Profissional na teoria do apego (tanto sua validade empírica quanto suas deficiências sociológicas); ele então postula a dinâmica do amor criança-pai-profissional como um Triângulo do Amor que é essencialmente complementar à relação pai/filho, em oposição a representar qualquer risco ou ameaça às relações dos pais com seus filhos. O artigo examina o trabalho de teóricos do cuidado que têm sido particularmente influentes no desenvolvimento da noção de Amor Profissional e considera o trabalho de estudiosos interdisciplinares cujos desafios às noções de amor e cuidado ajudam a problematizar e esclarecer o Amor Profissional além de formas romantizadas ou contextualmente inadequadas de amor. O artigo é concebido como uma peça provocativa e exploratória de investigação crítica; ele destaca a desvalorização prevalente do cuidado/amore na formulação de políticas e postula um prospecto semi-operacionalizável para cultivar o Amor Profissional em contextos da primeira infância. Consistente com o prefácio editorial do autor, tensões entre o profissional, a criança e os pais, bem como ônus internos impostos aos profissionais para desenvolver o Amor Profissional na ausência de apoio dos formuladores de políticas, emergem como temas recorrentes.
Jools Page (Ter,) estudou essa questão.