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Um item de teste é tipicamente considerado livre de funcionamento diferencial do item (DIF) se sua função de resposta do item for a mesma entre grupos demográficos. Um meio popular de testar o DIF é a abordagem de Mantel-Haenszel (MH). Holland e Thayer (1988) mostraram que, sob o modelo Rasch, a identidade das funções de resposta do item entre grupos demográficos implica que a hipótese nula do MH será satisfeita quando a variável de correspondência do MH for a pontuação do teste, incluindo o item estudado. No entanto, esse resultado não pode ser generalizado para a classe de itens para os quais as funções de resposta do item são monótonas e a independência local é mantida. Suponha que todas as funções de resposta do item sejam idênticas entre os grupos, mas as distribuições de habilidade para os dois grupos sejam ordenadas estocasticamente. Em geral, o resultado populacional do MH mostrará DIF favorecendo o grupo superior em alguns itens e o grupo inferior em outros. Se o item estudado for excluído do critério de correspondência nessas condições, o resultado populacional do MH sempre mostrará DIF favorecendo o grupo superior.
Rebecca Zwick (Sáb,) estudou essa questão.
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