Key points are not available for this paper at this time.
Consideramos a alocação de objetos indivisíveis heterogêneos sem utilizar transferências monetárias. Cada agente pode ser atribuído a mais de um objeto. Mostramos que uma regra de alocação é não estratégica, não autoritária e satisfaz a soberania do cidadão se e somente se for uma ditadura sequencial. Em uma ditadura sequencial, os agentes são atribuídos aos seus objetos favoritos que ainda estão disponíveis, de acordo com uma hierarquia determinada sequencialmente e endogenamente dos agentes. Também estabelecemos que substituir a não autoritarismo por um critério mais forte restringe a classe caracterizada de regras de alocação a ditaduras seriais, nas quais a hierarquia dos agentes é fixa a priori.
Szilvia Pápai (Sun,) estudou esta questão.