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Este artigo considera as alegações feitas por vários autores de que o uso de tecnologia de filtragem e recomendação na Internet pode privar certas comunidades de feedback e, em vez disso, amplificar os pontos de vista de grupos, levando à polarização de opiniões entre as comunidades e ao aumento do extremismo. Os argumentos da ‘câmara de eco’ de Cass Sunstein são tomados como representativos desse ponto de vista e examinados em detalhes no contexto de uma série de pesquisas, teóricas e empíricas, quantitativas e qualitativas, em ciência política e sociologia da religião, do último quarto de século. A conclusão é que não foi comprovado (a) que as câmaras de eco são necessariamente prejudiciais, ou (b) que a Internet é cúmplice em sua formação.
O’Hara et al. (Sun,) estudaram esta questão.
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