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NKG2D e receptores de citotoxicidade natural (NCR) são estruturas de reconhecimento essenciais que mediam a ativação de células NK. A sinalização de NKG2D e NCR é alcançada por meio da associação de membrana com adaptadores de sinalização. Os adaptadores que se associam ao NCR, como CD3 zeta, FcR gamma e KARAP/DAP12, apresentam motivos de ativação baseados em tirosina que ativam as quinases de tirosina Syk. O NKG2D humano associa-se ao adaptador transmembrana DAP10, que possui um motivo YxxM e ativa a via da fosfatidilinositol 3-quinase. No camundongo, uma isoforma curta de NKG2D-S, gerada pela剪接 alternativo de Nkg2d, pode se associar ao DAP10 ou KARAP/DAP12. Aqui, relatamos que nenhum transcript curto alternativo de NKG2D humano ou a associação de NKG2D com KARAP/DAP12 foi detectada em células NK humanas ativadas. Apesar desses resultados, a ativação das células NK por ligandos NKG2D solúveis recombinantes (MICA e ULBP-1) e anticorpos de ligação cruzada anti-NCR induziu expressão semelhante de CD25, proliferação de células NK e produção de citocinas. Em contraste, a ativação do NKG2D por anticorpos anti-NKG2D não levou a nenhum sinal de ativação detectável. Esses dados mostram, portanto, que o reconhecimento de alvos via NKG2D ou NCR ativa todos os aspectos da ativação de NK e abrem caminho para uma análise mais detalhada das vias de sinalização induzidas pelo reconhecimento de ULBP-1 e MICA pelas células NK.
André et al. (Ter,) estudaram esta questão.
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