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Este artigo analisa por que, como e até que ponto o anteriormente fortemente islâmico Partido da Justiça Próspera (Partai Keadilan Sejahtera; PKS) da Indonésia se tornou mais moderado através de sua participação em procedimentos democráticos. Também examina como esse processo de moderação afetou o desempenho eleitoral do partido e a qualidade geral da democracia na Indonésia. Argumenta-se que o PKS realmente se tornou mais moderado e que essa moderação, após um sucesso eleitoral inicial, agora apresentou alguns desafios sérios à coerência organizacional do partido. O artigo conclui destacando que a moderação é um processo que não é linear nem incondicionalmente positivo para a democratização.
Dirk Tomsa (Quinta-feira,) estudou esta questão.