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Baseado em evidências para sistemas afetivos do cérebro, divididos em seis grupos distintos (Panksepp, 1998a), foi hipotetizado que uma grande parte da variabilidade da personalidade estaria relacionada a forças e fraquezas encontradas nesses seis sistemas. Se apoiada, essa hipótese forneceria mais evidências para as bases fisiológicas da personalidade. Escalas de personalidade, modeladas a partir do Inventário de Personalidade Estado-Trato de Spielberger (STPI), foram construídas para estimar feedback autorrelatado sobre as influências putativas dessas seis redes neurais, que são rotuladas como sistemas de BRINCAR, BUSCAR, CUIDAR, MEDO, RAIVA e TRISTEZA, juntamente com uma escala de Espiritualidade e várias perguntas de preenchimento. Os sujeitos completaram essas Escalas de Personalidade da Neurociência Afectiva (ANPS), bem como uma escala do Modelo de Cinco Fatores (FFM). Os dados revelaram várias relações fortes entre as escalas do APNS e do FFM. Implicações para a teoria psicométrica, as relações entre afeto e personalidade, assim como as bases fisiológicas da personalidade são discutidas.
Davis et al. (Quarta-feira) estudaram essa questão.
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