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OBJETIVO: A presente revisão teve como objetivo identificar e sintetizar a literatura sobre insegurança alimentar domiciliar em relação ao sexo do respondente, masculino ou feminino. DESENHO: Foi realizada uma revisão sistemática de estudos de prevalência seguida de uma meta-análise entre 28 de agosto de 2014 e 19 de outubro de 2014 em sete bases de dados eletrônicas. A busca foi atualizada em abril de 2016. Os estudos incluídos utilizaram medidas baseadas na experiência para avaliar a insegurança alimentar domiciliar. Foram utilizadas medidas dicotômicas de insegurança alimentar. Razões de chances agrupadas da prevalência de insegurança alimentar domiciliar em mulheres vs. homens foram obtidas por meio de modelagem de efeitos aleatórios. A avaliação da qualidade, diagnósticos de viés de publicação e análise de subgrupos também foram realizados. CONTEXTO: Estudos baseados na população (ou seja, populações não clínicas). SUJEITOS: Participantes com 18 anos ou mais. RESULTADOS: Dos 5145 artigos inicialmente identificados, quarenta e dois estudos com uma população total de 233 153 foram incluídos. Em geral, os resultados mostraram que as chances de insegurança alimentar domiciliar eram 40% maiores em estudos nos quais as mulheres eram as respondentes (IC 95% 1·27, 1·54; P<0·001). Além disso, a análise de subgrupos revelou que lares chefiados por mulheres tinham 75% (IC 95% 49-96%) mais chances de ser inseguros em relação à alimentação do que lares chefiados por homens. CONCLUSÕES: Nossos resultados confirmam a existência de diferenças de gênero na reportagem da insegurança alimentar domiciliar. Além disso, indicam que os lares chefiados por mulheres constituem um segmento da população que é particularmente vulnerável à insegurança alimentar.
Jung et al. (Qui,) estudaram esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: