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OBJETIVO: Os dados de saúde constituem um recurso significativo na maioria dos países da OCDE que poderia ser utilizado para melhorar o desempenho do sistema de saúde. Políticas bem-intencionadas para aliviar preocupações sobre violações de confidencialidade e reduzir o possível uso indevido de informações pessoais de saúde podem estar limitando o uso de dados. Uma pesquisa em 20 países da OCDE explorou a medida em que os países desenvolveram e utilizam dados pessoais de saúde e as razões pelas quais o uso de dados pode ser problemático em alguns. RESULTADOS: Os países estão divididos, com metade engajada regularmente em estudos nacionais de vinculação de dados para monitorar a qualidade da assistência à saúde. A variação entre os países está relacionada ao gerenciamento de riscos na concessão de isenções aos requisitos de consentimento do paciente; no compartilhamento de dados identificáveis entre autoridades governamentais; e nas aprovações de projetos e concessão de acesso a dados. Os recursos necessários para cumprir os requisitos de proteção de dados são um problema secundário. O compartilhamento de dados em nível pessoal entre fronteiras para comparações internacionais é raramente relatado e houve poucos exemplos de estudos sobre o desempenho do sistema de saúde. DISCUSSÃO: Leis e políticas que possibilitem o compartilhamento de dados e a vinculação de dados são necessárias para fortalecer a infraestrutura de informações nacional. Para desenvolver estudos internacionais que comparam a qualidade da assistência à saúde e o desempenho do sistema de saúde, são necessárias ações para abordar a heterogeneidade nas práticas de proteção de dados.
Oderkirk et al. (Ter,) estudaram esta questão.
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