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A arqueologia comunitária conferiu uma dimensão alternativa à arqueologia convencional e à gestão do patrimônio, capacitando povos anteriormente sem poder, particularmente as comunidades indígenas e locais que perderam direitos sobre seu patrimônio devido ao colonialismo. Seu impacto foi tão importante que há apenas uma referência limitada na literatura aos seus problemas. A análise de estudos de caso de várias partes do mundo revela que problemas associados à definição do que é uma comunidade e quem é indígena, juntamente com a existência de múltiplas comunidades com múltiplos interesses, às vezes diminuíram a utilidade da abordagem. Em alguns casos, arqueólogos e gestores de patrimônio relutaram em abrir mão de alguns de seus poderes e continuaram a ver as comunidades locais como apenas parceiras passivas. Em outros, as comunidades locais consideraram suas opiniões e preocupações mais importantes do que as dos arqueólogos. Como resultado, as chamadas parcerias iguais entre arqueólogos e comunidades terminaram de forma decepcionante em relacionamentos desconfortáveis. Sem soluções eficazes para alguns desses problemas, a arqueologia comunitária pode permanecer um objetivo a ser perseguido, em vez de se tornar uma prática padrão.
Chirikure et al. (Sun,) estudaram essa questão.