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Seguindo a metodologia difrativa de Karen Barad, encontramos o cinema documentário feminista como um aparelho de difração: isto é, como tecnologias que tornam parte do mundo inteligível para outra parte do mundo de maneiras específicas, por meio de intra-ações entre agências e objetos de observação humanos e não-humanos. Propomos três ferramentas analíticas: materialidade, emocionalidade e performatividade. Neste artigo, analisamos dois filmes documentários espanhóis que tornam visível o potencial do cinema documentário feminista para construir alianças a partir e contra a precariedade: Cuidado, resbala e Yes, We Fuck! Lendo as percepções e padrões levantados em cada estudo de caso entre si (ou seja, difrativamente), discutimos as intra-ações pelas quais cada um desses filmes participa na co-criação do real. Terminamos descrevendo três possíveis efeitos das práticas material-discursivas feministas no cinema documental.
Calderón-Sandoval et al. (Terça,) estudaram essa questão.