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Neste artigo, argumentamos que aqueles na educação em serviço social devem reorientar como conceitualizam e ensinam a interseccionalidade para produzir praticantes de serviço social mais eficazes. Enfatizamos que o serviço social deve mudar de educar os alunos a avaliar clientes diversos como a acumulação de identidades individuais operando de forma isolada (por exemplo, raça ou etnia, gênero, orientação sexual) para reconhecer como essas identidades se intersectam para influenciar a saúde e o bem-estar com base nas raízes compartilhadas dessas identidades na opressão e no privilégio. Essa ênfase se baseia na crença de que treinar estudantes de serviço social para identificar as múltiplas formas de desigualdades resultantes da opressão relacionada ao gênero, raça e classe que influenciam os resultados sociais, econômicos e de saúde (físicos e mentais) dos clientes os preparará melhor para oferecer uma prática culturalmente responsiva e estruturalmente competente que se alinha e avança a missão e a ética da profissão de serviço social. Discutimos ainda como a interseccionalidade deve ser conceitualizada, definida e ensinada na educação em serviço social por meio da nomeação e discussão explícitas de opressão e privilégio, e encerramos apresentando algumas barreiras comuns ao ensino da interseccionalidade, assim como possíveis estratégias para superá-las.
Simon et al. (Qui,) estudaram esta questão.