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FUNDAMENTO: A mortalidade excessiva por acidente vascular cerebral nos estados do sudeste dos Estados Unidos (estados do cinturão do AVC) é bem conhecida; no entanto, os fatores associados a esse padrão não foram plenamente elucidados. Medimos a contribuição de vários fatores demográficos analisando dados de mortalidade por acidente vascular cerebral (2005-2009) no nível dos grupos de blocos censitários (BG) no estado do Arkansas. MÉTODOS E RESULTADOS: Os BGs foram usados como proxies para bairros. Os BGs foram estratificados usando 5 medidas censitárias: pobreza (percentual da população abaixo do nível de pobreza federal), densidade populacional (população por milha quadrada), educação (percentual da população com mais de 25 anos que não concluiu o ensino médio), mobilidade populacional (percentual da população que residiu no mesmo endereço 1 ano atrás) e o percentual de negros não hispânicos (percentual da população que é negra). Modelos aditivos generalizados foram usados para estimar a variação na mortalidade por acidente vascular cerebral entre os BGs e para avaliar o impacto de diferentes variáveis demográficas. De 2005 a 2009, houve 8930 mortes por acidente vascular cerebral no Arkansas. Houve considerável variação no risco relativo, mesmo entre BGs adjacentes dentro de um único condado. As análises de regressão ponderada geograficamente indicaram que 4,5% a 9% da devianza na mortalidade por acidente vascular cerebral entre os BGs poderia ser explicada pela pobreza, educação, densidade populacional e mobilidade populacional. Raça/etnia (negros não hispânicos) explica <2% da devianza na mortalidade por acidente vascular cerebral entre os BGs. CONCLUSÕES: Nosso estudo mostra que fatores primordiais de risco, como pobreza e educação, impulsionam disparidades na mortalidade por acidente vascular cerebral entre os bairros do Arkansas.
Balamurugan et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.
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