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Análises acústicas foram realizadas em um conjunto de enunciados produzidos por dois falantes masculinos conversando em silêncio e em 80, 90 e 100 dB SPL de ruído de mascaramento. Além de replicar estudos anteriores que demonstraram aumentos na amplitude, duração e altura vocal ao falar em ruído, essas análises também encontraram diferenças confiáveis nas frequências de formante e espectros de curto prazo das vogais. Experimentos perceptuais também foram conduzidos para avaliar a inteligibilidade de enunciados produzidos em silêncio e em ruído quando apresentados a taxas S/N iguais para identificação. Em cada experimento, os enunciados originalmente produzidos em ruído foram considerados mais inteligíveis do que os enunciados produzidos em silêncio. Os resultados das análises acústicas mostraram diferenças claras e consistentes nas características acústico-fonéticas da fala produzida em ambientes silenciosos versus ruidosos. Além disso, essas diferenças produziram efeitos confiáveis na inteligibilidade. Os achados são discutidos em termos de: (1) a natureza das mudanças acústicas que ocorrem quando os falantes produzem fala em condições adversas, como ruído, estresse psicológico ou alta carga cognitiva; (2) o papel do treinamento e feedback no controle e modificação da fala de um falante para melhorar o desempenho dos atuais reconhecedores de fala; e (3) o desenvolvimento de algoritmos robustos para o reconhecimento da fala em meio ao ruído.
Summers et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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