A solidão se tornou um problema comum para muitos estudantes universitários. Especialistas em vida familiar estão em uma posição única para oferecer assistência a estudantes solitários que, de outra forma, podem não ser capazes de mudarem suas atitudes, disposições ou padrões disfuncionais, e alcançarem estilos de vida e relacionamentos interpessoais satisfatórios. O objetivo deste artigo é revisar a pesquisa empírica sobre solidão entre estudantes universitários e discutir implicações para intervenções em ambientes educacionais e de assistência.
James J. Ponzetti (Sun,) estudou esta questão.
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