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Os princípios do cuidado centrado no paciente estão sendo cada vez mais enfatizados como parte da política e prática de saúde. As explicações para o porquê de alguns profissionais parecerem mais bem-sucedidos em alcançar cuidados centrados no paciente variam, mas um possível papel para diferenças individuais de personalidade foi postulado. Uma dessas, a inteligência emocional (IE), está sendo cada vez mais referida na literatura de saúde. Este artigo revisa a literatura sobre IE na saúde e levanta uma série de questões sobre as ligações entre IE e resultados centrados no paciente. Artigos sobre exames empíricos de IE em uma variedade de contextos foram identificados para determinar a base de evidências para sua crescente popularidade. A revisão sugere que uma quantidade substancial de pesquisas adicionais é necessária antes que o valor da IE como um conceito útil possa ser substanciado.
Birks et al. (Wed,) estudaram esta questão.