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Resumo As paisagens urbanas das áreas residenciais fora dos centros históricos das cidades têm sido cada vez mais reconhecidas como patrimônio cultural e como uma potencial fonte poderosa de significado para as identidades locais. Na Estônia, muitos municípios estabeleceram áreas de proteção do meio ambiente, entre elas a cidade de Tartu, que atualmente possui dez áreas, compostas principalmente por áreas residenciais desenvolvidas no final do século dezenove e no início do século vinte. O discurso patrimonial autorizado parte dos valores históricos nessas áreas, mas em seu diálogo com o público, seja por meio do plano abrangente ou em discussões sobre projetos individuais, concentra-se em estabelecer condições restritivas para construção e renovação, em vez de comunicar adequadamente os valores históricos. A contribuição das sociedades de bairro para o plano abrangente indica uma falta de vínculos suficientes entre as paisagens urbanas históricas e a vida dos habitantes, muitas vezes levando ao patrimônio local a ser distante para eles, o que, por sua vez, tende a levar ao maltrato da substância histórica. Promover a formação da identidade comunitária com uma abordagem narrativa favoreceria o desenvolvimento desses vínculos, permitindo que os habitantes dessas paisagens urbanas históricas continuem a vida e as histórias do patrimônio.
Kadri Kallast (Sex,) estudou essa questão.
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