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A dificuldade contínua de encontrar uma solução para o retorno físico da diáspora palestina à pátria está sendo cada vez mais abordada no âmbito digital pelo surgimento de comunidades virtuais. O PALESTA (Cientistas e Tecnólogos Palestinos no Exterior) foi criado para aproveitar o conhecimento científico e tecnológico de profissionais expatriados em prol dos esforços de desenvolvimento na Palestina. Este artigo discutirá tanto as possibilidades quanto as limitações da rede PALESTA. Além disso, examinará a tecnologia de novas mídias e suas implicações na cartografia de movimentos diaspóricos através das fronteiras nacionais. O networking na Internet não sugere o ‘fim da geografia’, mas sim uma espécie de ‘reformulação da geografia’. O networking na Internet realiza essa ‘reformulação’ conectando simultaneamente várias comunidades dispersas não apenas ao seu centro, mas também umas às outras—periferia à periferia. O artigo argumenta que, em um processo de construção e reconstrução da identidade palestina que é amplamente afetado por pessoas dispersas com um frágil centro de gravidade, novas mídias podem se tornar ferramentas importantes para estabelecer contato direto entre essas comunidades, ao mesmo tempo que desafiam, em algumas ocasiões, a centralidade da pátria nas comunicações diaspóricas.
Sārī Ḥanafī (Sun,) estudou esta questão.