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Explicar novas ideias para si mesmo pode promover transferência, mas como e quando essa autoexplicação é eficaz não está claro. Este estudo avaliou se a autoexplicação leva a melhorias duradouras no sucesso da transferência e se é mais eficaz em combinação com instrução direta ou invenção. Crianças do terceiro ao quinto ano (idades de 8 a 11 anos; n=85) aprenderam sobre equivalência matemática sob uma das quatro condições que variavam em (a) instrução versus invenção de um procedimento e (b) autoexplicação versus nenhuma explicação. Tanto a autoexplicação quanto a instrução ajudaram as crianças a aprender e lembrar um procedimento correto, e a autoexplicação promoveu transferência, independentemente da condição instrucional. Nenhuma das manipulações promoveu melhorias maiores em uma medida independente de conhecimento conceitual. Análises microgenéticas forneceram insights sobre os potenciais mecanismos subjacentes a esses efeitos.
Bethany Rittle‐Johnson (Sun,) estudou esta questão.