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Este artigo discute questões pedagógicas para que agentes inteligentes sirvam com sucesso como mentores para fins educacionais. Questões mais amplas sobre a natureza ou persona necessária para um agente inteligente como mentor são discutidas, incorporando questões de usabilidade e interação humano-computador, como as qualidades antropomórficas do agente e a relação social entre aprendiz e agente. No geral, para ser eficaz para a aprendizagem, argumenta-se que existem três requisitos principais para agentes como mentores: 1) inteligência regulada; 2) a existência de uma persona; e 3) controle pedagógico.
Amy L. Baylor (Qui,) estudou esta questão.