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Este estudo exploratório com 339 estudantes da Universidade de New Hampshire descobriu que aproximadamente 10% a 15% dos estudantes relataram receber mensagens repetidas por e-mail ou por Instant Messenger (I-M) que "ameaçavam, insultavam ou assediavam", e mais da metade dos estudantes recebeu pornografia indesejada. Aproximadamente 7% dos estudantes relataram assédio online a uma autoridade. As mensagens partiram de estranhos, conhecidos e parceiros significativos. Nenhuma diferença no assédio online foi encontrada com base em variáveis demográficas, exceto orientação sexual. Estudantes de minorias sexuais foram mais propensos a receber assédio online de estranhos do que estudantes heterossexuais. São discutidas as implicações para pesquisas futuras e para o desenvolvimento de políticas/programas.
Jerry Finn (Qui,) estudou esta questão.