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Em nações afluentes, a posição de um indivíduo na hierarquia social é cada vez mais reconhecida como um dos principais determinantes da saúde. Pessoas que estão mais baixas na hierarquia tendem a ter pior saúde e menor expectativa de vida. Michael Marmot argumenta que o baixo status social é visto não apenas como uma condição de privação material, mas também como um indicador da capacidade das pessoas de controlar a vida e participar plenamente da sociedade (desvantagem psicossocial). À medida que a posição de uma pessoa na hierarquia social diminui, menos provável é que ela tenha pleno controle sobre a vida e oportunidades de participação plena na sociedade.
Roberto De Vogli (Qui,) estudou essa questão.