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Objetivo O objetivo deste artigo é investigar a resposta comportamental de usuários de computador quando e‐mails de phishing ou e‐mails genuínos chegam à sua caixa de entrada. O artigo descreve como esta pesquisa foi conduzida e apresenta e discute os achados. Desenho/metodologia/abordagem Este estudo foi um experimento de simulação baseado em cenários que envolveu o desenvolvimento de um questionário baseado na web, acessível apenas por participantes convidados que compareceram a uma sessão facilitada de uma hora em um laboratório de informática. Resultados Os resultados indicam que, no geral, e‐mails genuínos foram gerenciados melhor do que e‐mails de phishing. No entanto, participantes informados lidaram melhor com e‐mails de phishing do que participantes não informados. Outros achados mostram como a familiaridade com computadores, impulsividade cognitiva e traços de personalidade afetam as respostas comportamentais a ambos os tipos de e‐mail. Limitações/implicações da pesquisa Este estudo não afirma avaliar a suscetibilidade real a e‐mails de phishing. Os sujeitos eram estudantes universitários e, portanto, as conclusões não são necessariamente representativas da população geral de usuários de e‐mail. Implicações práticas Os resultados desta pesquisa ajudariam a gestão em seus esforços para melhorar o comportamento do usuário de computador e, como resultado, ajudar a mitigar riscos aos seus sistemas de informação organizacional. Originalidade/valor A revisão da literatura indica que este artigo aborda uma lacuna genuína na pesquisa.
Pattinson et al. (Sex,) estudaram essa questão.