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Para avaliar a eficácia das intervenções baseadas em telefone para doenças mentais, foi realizada uma busca sistemática na literatura utilizando as bases de dados PsycINFO e PubMed, além do motor de busca Google Scholar. A busca identificou 14 estudos avaliando intervenções baseadas em telefone nas áreas de depressão (n = 6), ansiedade (n = 3), transtornos alimentares (n = 3), uso de substâncias (n = 1) e esquizofrenia (n = 1). Embora esses estudos forneçam evidências de que intervenções telefônicas podem ser eficazes, o pequeno número de estudos realizados, os tamanhos de amostra reduzidos e a ausência de metodologia de ensaios clínicos randomizados impedem a formulação de conclusões firmes. Os artigos revisados sugerem que uma intervenção telefônica eficaz inclui sessões de terapia estruturalmente claras e tarefas de casa. Contudo, mais evidências por meio de ensaios clínicos randomizados em grande escala devem ser obtidas para informar governos e agências de aconselhamento telefônico sobre a eficácia das intervenções telefônicas.
Leach et al. (Sat,) estudaram essa questão.