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Este artigo é escrito dentro do contexto de um modelo de banco de dados relacional conforme apresentado por E. F. Codd em 1. Ele também serve como um artigo complementar ao seu artigo 2. A tese central é que uma operação de arquivo não deve produzir 'efeitos colaterais' inesperados para manter uma restrição (como um-para-um ou muitos-para-um) no arquivo. Qualquer operação de arquivo que violaria uma restrição para algum dado possível é chamada de 'violativa'. É determinado quais casos das operações de arquivo WRITE, REWRITE e DELETE são violativos. Argumentamos que a maioria das operações de arquivo violativas deve ser rejeitada. Em vez disso, as operações equivalentes devem ser realizadas em projeções na 'terceira forma normal' de E. F. Codd a fim de aliviar a necessidade de efeitos colaterais espúrios. Portanto, é conveniente para o programador poder se referir diretamente a essas projeções pelo nome e para o sistema de gerenciamento de dados permitir operações sobre elas. Isso fornece uma justificativa adicional àquela em 2 para modelar a interface do banco de dados entre programador e sistema de gerenciamento de dados em termos de relações na 'terceira forma normal'.
I. J. Heath (Sex,) estudou esta questão.