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ResumoUma pintura de parede romana do século I d.C., recentemente descoberta em Roma, foi estudada extensivamente, in situ, por meio de análise de fluorescência de raios X (XRF) não destrutiva. Os pigmentos coloridos, o meio e o gesso foram todos examinados. A presença de potássio e cálcio em todas as camadas coloridas demonstra que a técnica de pintura é de um tipo muito similar àquela utilizada nas pinturas de parede pompeianas, descrita na década de 1950 por Selim Augusti. Nesse tipo de pintura de parede, os pigmentos eram dissolvidos em uma solução de cal/sabonete/água, a função do sabonete sendo mitigar os efeitos negativos da cal sobre cores minerais sensíveis ao álcali.
Sciuti et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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