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Para avaliar a eficácia da terapia de exercício para dor lombar aguda, um estudo randomizado, controlado por placebo foi realizado em 40 práticas gerais holandesas. Os pacientes receberam orientação de exercícios com conselhos para a vida diária por um fisioterapeuta; terapia de ultrassom placebo por um fisioterapeuta; ou atendimento usual pelo médico de família. Todos os pacientes receberam agentes analgésicos e informações sobre dor lombar antes da randomização. Quatrocentos e setenta e três pacientes foram incluídos. Nenhuma diferença no número de recorrências, estado de saúde funcional ou uso de cuidados médicos pôde ser encontrada entre os três grupos. No grupo de exercícios, a duração das recorrências foi mais curta e os pacientes se sentiram menos cansados durante os primeiros 3 meses do que no grupo de atendimento usual, mas nenhuma diferença foi encontrada entre os grupos de exercício e placebo. Constatou-se que a terapia de exercício para pacientes com dor lombar aguda não tem vantagem sobre o atendimento usual do médico de família.
Faas et al. (Quarta-feira,) estudaram esta questão.