O desfecho e os preditores da reabilitação do acidente vascular cerebral foram estudados prospectivamente em 96 pacientes (média de idade 81,3 +/- 5,4 anos) admitidos em enfermarias geriátricas de uma área bem definida ao longo de um ano. Desses, 32 (33%) morreram (sobrevida mediana de 11 dias), 52 (54%) retornaram para casa (tempo médio de internação de 69 dias) e 12 (13%) necessitaram de cuidados de longo prazo (tempo médio de internação de 164 dias). As mortes e as altas mostraram um padrão bimodal; quase 40% dos pacientes morreram ou foram liberados dentro de 2 semanas após a admissão. A morte precoce correlacionou-se com nível de consciência (P = 0,02), déficit neurológico (P = 0,01) e escores de Barthel pré-acidente (P = 0,04) na admissão. Pacientes com hemiparesia do lado direito em vez do esquerdo (P = 0,02), boa força motora (P = 0,002) e sem déficit sensorial/desatenção (P = 0,002) foram liberados precocemente. A alta para casa foi negativamente afetada pela baixa consciência de déficit (P = 0,02), hemianopia (P = 0,03) e incontinência (P = 0,02) avaliadas em 2 semanas. Sobreviventes de AVC com escore de Barthel < 6 e escore de Teste Mental < 4 em 2 semanas após o AVC necessitaram de cuidados de longo prazo.
Kalra et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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