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Contexto: A educação médica está comprometida em ensinar comunicação centrada no paciente e empatia. No entanto, pesquisas quantitativas sugerem que as pontuações de empatia tendem a declinar à medida que os alunos progridem na faculdade de medicina. Em termos qualitativos, há uma necessidade de compreender melhor como alunos e tutores veem a prática e o ensino da empatia clínica e o fenômeno da erosão empática. Métodos: Trabalhando dentro de um paradigma construtivista, os pesquisadores realizaram uma análise temática dos dados das entrevistas individuais de uma amostra intencional de 13 alunos seniores e 9 tutores. Resultados: Os quatro principais temas foram: (1) 'a natureza da empatia', incluindo o conceito de empatia inata que os alunos já possuem no início da faculdade de medicina; (2) 'além do currículo formal' e a importância central da modelagem de papéis; (3) 'o currículo formal e a influência do sistema de avaliação'; e (4) a 'durabilidade da empatia', incluindo erosão ética e resiliência. Um modelo de jardim para o desenvolvimento da empatia é proposto - começando com as sementes inatas de empatia que os alunos trazem para a faculdade de medicina, a floração da empatia é um processo frágil, sujeito tanto a facilitadores quanto a barreiras nos currículos formal, informal e oculto. Conclusão: Este estudo oferece insights sobre a erosão empática na faculdade de medicina, incluindo os problemas da modelagem de papéis negativos e as limitações de um sistema de avaliação que recompensa representações 'tick-box' de empatia, em vez de verdadeiros atos de compaixão. Também identifica fatores que devem permitir a floração da empatia, como novas abordagens pedagógicas para resiliência e um papel para as artes e humanidades.
Laughey et al. (Sexta,) estudaram essa questão.