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RESUMO Este estudo examina a eficácia do ensino metalinguístico assistido por computador para ensinar estruturas gramaticais complexas, como as partículas japonesas. Quatorze alunos matriculados no segundo ano de japonês em nível universitário participaram do estudo. Primeiro, foi aplicada uma prova de partículas. O resultado sugeriu que os alunos utilizam duas estratégias principais para atribuir uma partícula em uma frase: uma é seguir regras metalinguísticas e a outra é confiar em traduções em inglês. Em seguida, os alunos foram divididos em dois grupos. Um grupo realizou exercícios de partículas em um computador programado para fornecer feedback metalinguístico (ou seja, explicações detalhadas sobre as funções gramaticais e semânticas das partículas). O outro grupo realizou os mesmos exercícios em um computador, mas o programa forneceu feedback de tradução (ou seja, traduções em inglês das partículas japonesas) em vez de regras linguísticas. O resultado foi que o grupo com feedback metalinguístico teve um desempenho significativamente melhor em um teste de aproveitamento do que o grupo com feedback de tradução. O estudo sugere que o feedback metalinguístico contínuo dos computadores pode levar os alunos a se saírem significativamente melhor do que o feedback de tradução ao usar estruturas gramaticais complexas, e que isso ocorre ao aumentar a tendência do aluno a realmente usar essas informações metalinguísticas na produção da língua alvo.
Noriko Nagata (qui,) estudou esta questão.
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