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) experiências adversas durante a idade adulta. A atual investigação de coorte prospectiva com 13.611 adultos de 52 a 104 anos de idade (idade média 69,3 anos) do Estudo Nacional de Saúde e Aposentadoria, representativo da população, utilizou abordagens estatísticas tradicionais ponderadas (ou seja, regressões de Cox multivariadas) e de aprendizado de máquina (ou seja, lasso, análise de floresta aleatória) para identificar os principais preditores de mortalidade ao longo de 6 anos de acompanhamento. Demonstramos que, além dos bem estabelecidos fatores de risco comportamentais, como tabagismo, abuso de álcool e falta de atividade física, fatores econômicos (por exemplo, dificuldades financeiras recentes, histórico de desemprego), sociais (por exemplo, adversidades na infância, histórico de divórcio) e psicológicos (por exemplo, afetividade negativa) também estavam entre os preditores mais fortes de mortalidade entre os adultos americanos mais velhos. A força desses preditores deve ser utilizada para guiar futuras investigações transdisciplinares e estudos de intervenção nos campos da epidemiologia, psicologia, sociologia, economia e medicina para entender como as mudanças nesses fatores alteram o risco de mortalidade individual.
Puterman et al. (Mon,) estudaram esta questão.