RESUMO O potencial de rendimento é definido como o rendimento de uma cultivar quando cultivada em ambientes aos quais está adaptada, com nutrientes e água não limitantes e com pragas, doenças, ervas daninhas, acamamento e outros estresses efetivamente controlados. Dessa forma, distingue-se do rendimento potencial, que definimos aqui como o rendimento máximo que poderia ser alcançado por uma cultura em determinados ambientes, conforme determinado, por exemplo, por modelos de simulação com suposições fisiológicas e agronômicas plausíveis. Várias implicações das definições acima são consideradas, particularmente aquelas que surgem das interações da cultivar com práticas agronômicas e com os ambientes bióticos e abióticos. Em seguida, discutimos tanto métodos diretos quanto indiretos de medir o progresso no potencial de rendimento. O progresso contínuo no potencial de rendimento através da melhoramento convencional é aparente em muitas culturas e é significativo para o progresso de rendimento em nível de fazenda sob uma ampla gama de condições. Entre os cereais de grão pequeno, o maior potencial de rendimento derivou principalmente do aumento no índice de colheita associado ao ananismo, enquanto no milho (Zea mays L.), veio do aumento da tolerância ao plantio mais próximo. A duração da atividade fotossintética foi estendida em várias culturas, mas há poucas evidências de aumentos na capacidade fotossintética ou na taxa máxima de crescimento da cultura. O aumento do potencial de rendimento genético em cultivares de trigo e milho tem sido associado à ampliação progressiva de seu fundo genético, e há pouco sinal de que isso esteja desacelerando.
Evans et al. (Mon,) estudaram essa questão.