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As parcerias público-privadas na política ambiental não devem ser vistas apenas em termos instrumentais como meios de fornecimento de infraestrutura e serviços ambientais, mas também como locais onde normas de preocupação ambiental e responsabilidade política são formuladas e replicadas. Parcerias público-privadas deliberativas — ou parcerias que permitem uma maior participação pública na formulação dessas normas — podem, portanto, se tornar uma nova forma importante de governança ambiental local e ajudar a tornar as parcerias mais relevantes para as necessidades ambientais locais. Este artigo examina estudos de caso de parcerias público-privadas em projetos de desperdício para energia nas Filipinas e na Índia para identificar como princípios de design institucional podem melhorar a natureza deliberativa das parcerias público-privadas na política ambiental. O artigo argumenta que as abordagens atuais de governança ambiental deliberativa, ou cooperativa, em relação às parcerias público-privadas precisam reconhecer os insights da teoria de redes sobre a comunicação de normas ambientais e políticas antes que possam ser transferidas com sucesso para países em desenvolvimento.
Tim Forsyth (Terça-feira,) estudou esta questão.
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