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Modelos tradicionais de ciclagem de nutrientes assumem que microrganismos do solo devem decompor a matéria orgânica, liberando N inorgânico, para tornar o N disponível para as plantas. Várias evidências levantaram dúvidas sobre essa suposição na tundra ártica, mas não existia evidência firme. Aqui demonstramos que Eriophorum vaginatum e Carex aquatilis, duas gramíneas da tundra, competem bem por N de glicina e aspartato em relação ao NH₄ + in situ. Em concentrações relativamente altas (25 g N/g solo), durante o pico da temporada, E. vaginatum absorveu N de aminoácidos mais rapidamente do que NH₄ +, enquanto mais tarde na temporada e em concentrações mais baixas (2—4 g N/g solo), tanto E. vaginatum quanto C. aquatilis absorveram N de glicina e NH₄ + a taxas semelhantes. Esses resultados são incompatíveis com um mecanismo simples de mineralização de aminoácidos seguido pela absorção do N liberado pelas plantas. Esses resultados indicam que essas plantas da tundra possuem mecanismos ativos para aumentar seu acesso ao N de aminoácidos in situ.
Schimel et al. (Terça,) estudaram essa questão.
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