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Objetivo O objetivo deste estudo é examinar as diferenças de gênero em relação à atividade física, sintomas psiquiátricos e qualidade de vida em pacientes com doenças mentais severas. Além disso, serão exploradas associações entre as variáveis. Design/metodologia/abordagem Um desenho transversal foi empregado. Dezoito pacientes, 12 homens e seis mulheres, foram avaliados na admissão ao hospital com o Questionário Internacional de Atividade Física, a Escala de Ansiedade e Depressão do Hospital, e o WHO Quality of Life-Bref. Testes de Mann-Whitney U, coeficiente de correlação de Spearman e correlação parcial foram utilizados nas análises estatísticas. Resultados As mulheres apresentaram níveis mais baixos de qualidade de vida e tenderam a estar mais deprimidas do que os homens, enquanto os homens apresentaram mais sintomas psiquiátricos globais. Ao controlar a depressão nos participantes, as relações bivariadas entre o gênero masculino e maior qualidade de vida foram enfraquecidas. Os resultados indicam que a associação inicial entre gênero e qualidade de vida pode ser mediada pelos níveis de depressão. Implicações práticas Mulheres com doenças mentais severas tendem a ter mais depressão e menor qualidade de vida do que seus semelhantes masculinos, e combater a depressão parece ser importante para aumentar a qualidade de vida em mulheres com doenças mentais severas. Originalidade/valor Este é o primeiro estudo exploratório sobre diferenças de gênero em pacientes hospitalizados com doenças mentais severas.
Tore Bonsaksen (Sex,) estudou essa questão.
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