Key points are not available for this paper at this time.
A pesquisa sobre o processo de inovação requer modelos do processo que descrevam com precisão e possam ser aplicados de forma confiável a exemplos reais de inovação em organizações. Neste artigo, dois modelos são comparados empiricamente em termos de confiabilidade e precisão. O primeiro (Zaltman, Duncan & Holbek, 1973) segue a abordagem tradicional de representar o processo em uma série de estágios discretos. O segundo (Schroeder, Van de Ven, Scudder & Polley, 1989) mostra que o processo é mais fluido, sem uma sequência fixa de estágios. Os modelos são aplicados a histórias de casos de sete inovações observadas em um estudo longitudinal de uma ala hospitalar. A confiabilidade entre avaliadores é maior para o modelo de Schroeder, enquanto o suporte geral entre os avaliadores tende a ser mais forte para os estágios individuais do modelo de Zaltman. No entanto, há problemas com a sequência de estágios no último modelo. Pesquisas futuras deveriam se concentrar em desenvolver modelos empíricos baseados em uma ampla gama de inovações diferentes.
Nigel King (Mon,) estudou esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: