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O papel do educador em saúde como organizador comunitário levanta uma série de dilemas éticos para o praticante. Prescrições básicas como "começar de onde as pessoas estão" e "mudar por escolha, não por coerção" devem ser examinadas cuidadosamente à luz das realidades que, às vezes, dificultam a adesão estrita a esses objetivos teóricos na prática e são problemáticas do ponto de vista ético. A importância de evitar a "culpa da vítima" não intencional na seleção de alvos para a organização comunitária e a necessidade de familiarizar as comunidades com possíveis resultados negativos ou não antecipados dos esforços de organização são destacadas como questões éticas críticas para o educador em saúde envolvido em atividades de organização comunitária.
Meredith Minkler (Sáb,) estudou essa questão.
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