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FUNDO: As avaliações biomecânicas de triagem são usadas para fornecer informações úteis sobre a proficiência de movimento de um atleta. Clinicamente, a proficiência de movimento é tipicamente avaliada visualmente. Isso pode resultar em baixos níveis de concordância, levando a dificuldades em garantir uma avaliação consistente do atleta. OBJETIVO: O objetivo foi determinar os níveis de concordância dentro e entre os fisioterapeutas e estudantes de fisioterapia ao avaliar visualmente a proficiência de movimento dos atletas durante avaliações biomecânicas de triagem. DESENHO: Este foi um estudo observacional. MÉTODOS: Vinte e sete fisioterapeutas e 20 estudantes de fisioterapia avaliaram 100 gravações em vídeo de atletas realizando 4 avaliações biomecânicas de triagem dos membros inferiores: agachamento, avanço, agachamento unipodal e levantamento terra. A análise foi realizada em dados condicionados e não condicionados. Nos dados condicionados, desvios técnicos foram induzidos propositadamente pelos atletas. Nos dados não condicionados, os desvios ocorreram naturalmente devido ao aumento de peso ou complexidade do movimento. Para determinar os níveis de concordância nas avaliações, os participantes foram obrigados a classificar o movimento dos atletas como aceitável ou aberrante. Cada participante avaliou as mesmas gravações em vídeo em 2 ocasiões separadas com pelo menos 30 dias de intervalo. Os níveis de concordância foram determinados usando Cohen κ e Fleiss κ. RESULTADOS: Os escores kappa em nível interavaliador variaram de 0,18 a 0,53, e a concordância intraavaliador variou de 0,38 a 0,62. Os níveis de concordância foram mais altos nos dados condicionados em comparação com os dados não condicionados. De forma geral, o avanço e o agachamento produziram níveis mais altos de concordância do que o levantamento terra e o agachamento unipodal. Estudantes e fisioterapeutas demonstraram níveis de concordância semelhantes. LIMITAÇÕES: As avaliações de triagem foram avaliadas por meio da análise de vídeo. CONCLUSÕES: Esforços maiores são necessários para garantir a padronização da análise de movimento.
Whelan et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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